Partido Comunista Chinês já matou 80 milhões, diz artigo

Artigo publicado em 1º de julho 2019 (aniversário de fundação do Partido Comunista Chinês) no site People News de Taiawan, mostra que 80 milhões de pessoas morreram de forma “anormal” desde a fundação do partido, especialmente após a instalação do governo chinês.

De acordo com o autor do texto, o comentarista chinês-americano, Cao Changqing, enquanto o comunismo está caminhando para um colapso total, o PCCh ainda monopoliza o poder do país mais populoso do mundo.

“Muitas pessoas esperam que este partido leve a cabo reformas políticas e leve a China ao caminho da democracia e da liberdade”, acrescentou.

Changqing lembra, no entanto, que no movimento comunista internacional, nenhum regime desistiu voluntariamente do poder e da ditadura para avançar em direção à democracia.

Todos os regimes comunistas na Europa Oriental, incluindo a União Soviética, foram derrubados pelo povo e, em seguida, estabeleceram governos democráticos.

Em um trecho da publicação, o chinês diz não ser um especialista em história do Partido Comunista Chinês, nem um estudioso da morte de massas provocada pelo movimento comunista, mas um sobrevivente.

“Como um sobrevivente da ditadura do PCCh, vivendo no mundo ocidental livre hoje, posso ler uma variedade de livros e jornais e escrever os materiais mencionados nas mortes do PCCh. Eles não estão absolutamente qualificados para continuar no poder, mas devem ser julgados pela história”, afirma.

O artigo de Cao Changqing explica que desde que o PCC foi fundado em 1921,  tem sido acompanhado por “limpeza interna” e “assassinatos externos”. A supressão do regimento interno de Jiangxi AB no início dos anos 1930 (matando muitas pessoas) e o assassinato do escritor Wang Shiwei durante a campanha de retificação de Yan’an nos anos 1940 são exemplos famosos.

“O PCCh matou civis em grande escala depois que ganhou o poder. Durante a ‘reforma agrária, supressão da rebelião’ e ‘três oposições e cinco oposições’ no início dos anos 1950, um grande número de chineses foi executado ou perseguido até a morte”, diz o comentarista.

O texto de Changqing traz diversos dados em uma timeline sobre o PCCh desde sua fundação até os tempos atuais e a quantidade de pessoas que morreram de modo considerado “anormal” sob o regime chinês.

Ele termina o artigo afirmando que a história nunca vai esquecer os 80 milhões de mortos. “A humanidade nunca vai perdoar as atrocidades do PCC!”, conclui.

“Stalin disse uma vez que morrer uma pessoa é uma tragédia e morrer um milhão é uma estatística. Nada representa melhor a visão do Partido Comunista sobre a vida e o massacre. Esse tipo de comunista cruel nunca associará nenhum número de mortos a cada vida específica. 80 milhões, que grande número! É mais de duas vezes e meia o número de pessoas mortas em toda a Segunda Guerra Mundial. Embora esta figura seja apenas uma visão geral, não está muito longe do número real de mortes” – Trecho do artigo  “Registros de assassinatos desde a fundação do PCCh” de Cao Changqing.

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