Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 27 de novembro, segundo consórcio de veículos de imprensa

País tem 171.564 óbitos e 6.209.404 diagnósticos pela Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de casos está em 31,6 mil por dia, maior marca desde setembro.

Brasil passa de 171,5 mil mortes por Covid, com média móvel de 479

O Brasil tem 171.564 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta sexta-feira (27), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de quinta-feira (26), 5 estados atualizaram seus dados: CE, MG, MS, PE e TO.

Veja os números consolidados:

  • 171.564 mortes confirmadas
  • 6.209.404 casos confirmados

 

Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 171.497 mortes e 6.204.570 casos.

Na quinta-feira, às 20h, o balanço indicou: 171.497 mortes confirmadas, 698 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 479. A variação foi de +19% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes por Covid.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.204.570 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 37.672 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 31.640 novos diagnósticos por dia, novamente a maior marca desde 16 de setembro. Isso representa uma variação de +24% em relação aos casos registrados em duas semanas; também indica tendência de alta nos diagnósticos.

Brasil, 26 de novembro

 

Dez estados apresentaram alta na média móvel de mortes: RS, SC, ES, MG, RJ, SP, AC, AM, CE e SE.

Desde a última quinta-feira (19), tem sido necessário relembrar o problema ocorrido no sistema nacional de registros de mortes e casos de Covid-19 do Ministério da Saúde, que teve início no dia 6 de novembro. Diversos estados relataram dificuldades de acesso ao e-SUS e divulgaram dados incompletos ou até mesmo ficaram sem atualizações diárias durante alguns dias. Foi o caso de SP, estado mais afetado pela pandemia em números absolutos, que não teve mortes registradas em 6 dos 8 dias a partir daquela data.

A ausência de atualizações e os números incompletos seguem refletindo na comparação para análise de tendência de alta, estabilidade ou queda nos óbitos por Covid, nos estados prejudicados e no Brasil. A partir de sexta-feira (27), esse impacto já não será mais tão significativo.

Também vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. No Acre, por exemplo, a média móvel mudou de 1 para 2 em duas semanas, resultando em variação de alta de +20%Já no Ceará, que tem a maior tendência de alta entre os estados (+119%), a média variou de 6 para 13 em duas semanas. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Estados

 

  • Subindo (10 estados): RS, SC, ES, MG, RJ, SP, AC, AM, CE e SE
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (7 estados): MS, PA, RO, BA, MA, PB e PE
  • Em queda (9 estados + o DF): PR, DF, GO, MT, AP, RR, TO, AL, PI e RN

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Sul

  • PR: -24%
  • RS: +42%
  • SC: +62%

 

Sudeste

  • ES: +51%
  • MG: +24%
  • RJ: +88%
  • SP: +44%

 

Centro-Oeste

  • DF: -23%
  • GO: -33%
  • MS: -12%
  • MT: -68%

 

Norte

  • AC: +20%
  • AM:+51%
  • AP: -26%
  • PA: +12%
  • RO: -8%
  • RR: -64%
  • TO: -53%

 

Nordeste

  • AL: -19%
  • BA: -1%
  • CE: +119%
  • MA: +6%
  • PB: -6%
  • PE: +3%
  • PI: -32%
  • RN: -63%
  • SE: +16%

 

Brasil

 

Sul

 

Sudeste

 

Centro-Oeste

 

Norte

 

Nordeste

 

Consórcio de veículos de imprensa

 

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

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