Pesquisa eleitoral: Fabrício na frente com 48,5% contra 25,5% Periquito

Pesquisa eleitoral: Fabrício na frente com 48,5% contra 25,5% Periquito

O candidato à reeleição Fabrício Oliveira (Podemos), de Balneário Camboriú, mostra o atual prefeito à frente das intenções de voto, com 48,5% de preferência dos entrevistados na abordagem estimulada. Edson Periquito (MDB) aparece em segundo lugar, com 25,75%. Mais atrás estão Auri Pavoni (PSDB), com 6,5%, e Ney Clivati (Novo), com 1%. Os candidatos Giovan Nardelli (Solidariedade) e Pedro Luiz (PRTB) aparecem com um traço.

 

A pesquisa foi feita pelo instituto Paranaense de Pesquisa, Estratégia e Consultoria (IPPEC) entre os dias 6 e 7 de novembro, com 800 entrevistas, segundo dados do levantamento registrado no tribunal Superior Eleitoral sob número SC-08905/2020. O nível de confiança da amostra é de 95%, com margem de erro de 3,46% para mais ou para menos sobre o resultado divulgado.

 

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Fabrício também foi o mais lembrado, com 41,25% das intenções de voto. Periquito foi citado por 19,5% das pessoas; Auri, por 3,5%, e, Ney, por 0,5% dos entrevistados. Outros 35,25% disseram que não sabem em quem votar ou não responderam. Considerando só os votos válidos, sem os indecisos, Fabrício lidera com 59,33% da preferência, seguido por Periquito, com 31,5%.

 

O levantamento também mediu a rejeição à Periquito, Auri e Fabrício. Percentualmente, Periquito soma a maior rejeição, com 17%, seguido de Auri (14,25%) e Fabrício (11,5%). Giovan (0,75%), Pedro (2,5%) e Ney (4,25%) aparecem com os menores níveis de rejeição.

 

De acordo com relatório do IPPEC, a amostra foi feita por cotas e representa a população da área pesquisada. Foram feitas 800 entrevistas pessoais, selecionadas de acordo com o método domiciliar, em 228 pontos de pesquisa pelos bairros. A amostra também leva em conta o perfil dos entrevistados em função do sexo, idade e local de moradia. O detalhamento por bairro, uma exigência do TSE, está disponível na consulta à pesquisa.

 

O instituto informa no relatório que o trabalho de coleta de dados foi acompanhado “in loco” por supervisores de campo. “O que garante no mínimo 33% de checagem da coleta. Todo material é filtrado, digitado e, antes do processamento final, realiza-se a conferência da digitação (consistência dos dados) e o correto preenchimento da amostra”, destaca, sobre o sistema interno de controle de qualidade.

Comentários

0 comentários