Doador de esperma com 150 filhos quer engravidar 10 mulheres até fim do ano

“Joe Donor”, ou “Zé Doador”. É assim que um homem norte-americano de 49 anos se identifica na internet, onde oferece gratuitamente o serviço de doador de esperma. A demanda existe e abunda, já que ele afirma ter ajudado a gerar mais de 150 crianças pelo mundo e planeja terminar 2020 tendo engravidado 10 mulheres.

A meta parece possível. Segundo Joe, o isolamento social pela pandemia do novo coronavírus não o atrasou e ele já engravidou seis mulheres neste ano. Para atingir o alvo, agenda cheia: O doador acaba de chegar a Londres, na Inglaterra, para se encontrar com cinco mulheres ao longo da semana. A informação é do Daily Star.

“Comecei a doar esperma em 2008 e ajudei a gerar uma média de 10 crianças por ano, desde então”, ele detalha em entrevista ao 60 Minutes. “Sempre prometi não ser pai de mais de 2.5 mil crianças, mas isso seria tecnicamente impossível, a não ser que eu vivesse até os 250 anos”, brinca.

Apesar de negar pagamento pelos serviços prestados, Joe explica que algumas mulheres custeiam sua viagem quando moram longe. Para doar esperma, ele já foi a países como Itália, Singapura, Filipinas, Chile e mais.

Você teria um filho desse homem? “Joe Donor” é doador de esperma com 150 filhos Imagem: Reprodução/60 Minutes
“Felizmente, tenho alguns negócios online que me permitem estar sempre disponível para providenciar esperma onde e quando as mulheres estiverem ovulando”, garante.

Quanto ao método de inseminação, Joe explica que metade dos bebês gerados com ajuda dele são feitos tradicionalmente, enquanto a outra metade é fruto de inseminação. “Eu ofereço ambas as opções e, embora o método natural seja mais eficiente, entendo que não é para todas”, diz.

Em relação à saúde (dele e das mulheres a quem atende), o “Zé Doador” garante que faz exames regulares que, pareados aos exames recentes de mulheres que querem engravidar, garantem segurança na hora da entrega do serviço: “Elas logo descobririam se contraíram uma doença sexual, o que nunca aconteceu”.

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