Mulher usa orgasmos para controlar dor de doença crônica

Hannah disse sofrer há 12 anos com a doença crônica e ao longo desse tempo foi a diversos médicos e hospitais. Ela contou que nenhum deles acertava o diagnóstico e os tratamentos eram só remédios para passar a dor, que deixaram de fazer efeito com o tempo. A escritora contou que alguns médicos até duvidaram do que relatava e outros diziam que ela só estava em busca de receita para comprar os medicamentos. 

Orgasmo simultâneo: o que fazer para você e ele “chegarem lá” ao mesmo tempo
Foi somente aos 21 anos que ela teve a confirmação da doença: fibromialgia. “Por mais que o diagnóstico tenha sido um alívio, eu ainda me sentia perdida porque os analgésicos estavam fazendo menos efeito e não tinham me receitado nenhum outro tratamento para eu conseguir sobreviver”, relembra. 

Até que um dia Hannah estava com um companheiro e encontrou uma ajuda para seus problemas. “Eu tive um orgasmo explosivo que extinguiu a dor pela primeira vez em uns cinco anos. Ficar sem dor foi um sentimento tão estranho que demorou alguns minutos para eu entender o que estava acontecendo. Aquela sensação de normalidade era melhor que qualquer orgasmo que eu já tinha tido. Depois dessa descoberta milagrosa, eu passei dias explorando as possibilidades de prazer em um final de semana empolgante com aventuras sexuais”, ela contou.

A escritora disse que hoje ela consegue lidar com a dor da fibromialgia tendo dois orgasmos ao dia, um ao amanhecer e outro pela noite. Hannah combina eles com fisioterapia, exercícios e técnicas de mindfulness, para conseguir ter uma vida melhor e ficar livre dos remédios. “Eu sinto mais em casa no meu próprio corpo do que nunca antes”, garante. Ela também conta que a descoberta com os orgasmos fez bem para sua vida sexual. “Minhas expedições ao prazer revelaram que eu consigo alcançar oito tipos de orgasmo”, comenta.

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