6 gargarejos caseiros para aliviar a garganta inflamada

6 gargarejos caseiros para aliviar a garganta inflamada

Os gargarejos de água morna com sal, bicarbonato de sódio, vinagre, camomila ou arnica são fáceis de preparar em casa e ótimos para aliviar a garganta inflamada porque possuem ação bactericida, antimicrobiana e desinfectante, ajudando a eliminar os microrganismos que podem agravar a inflamação.

Além disso, também ajudam a complementar o tratamento para dor de garganta, que pode ser feito com anti-inflamatórios prescritos pelo médico, como o Ibuprofeno ou Nimesulida, por exemplo. Os chás e sucos também podem servir como remédio caseiro, confira alguns chás e sucos para garganta inflamada.

A seguir estão alguns dos gargarejos melhor comprovados para aliviar a garganta inflamada:

1. Água morna com sal

Adicionar 1 colher de sopa de sal em 1 copo de água morna e misturar bem até o sal ficar imperceptível. Depois, colocar um bom gole da água na boca e gargarejar pelo máximo de tempo que conseguir, cuspindo a água a seguir. Repetir o procedimento mais 2 vezes seguidas.

2. Chá de camomila

Colocar 2 colheres de chá de folhas e flores de camomila em 1 xícara de água fervente e manter num recipiente coberto por pelo menos 10 minutos. Coar, deixar amornar e fazer um gargarejo durante o máximo de tempo possível, cuspindo o chá e repetindo mais 2 vezes. É recomendado fazer um chá novo sempre que for gargarejar.

3. Bicarbonato de sódio

Adicionar 1 colher de chá de bicarbonato de sódio em 1 xícara de água morna e mexer bem até o bicarbonato estar completamente dissolvido. Dar um gole, fazer um gargarejo no máximo de tempo que conseguir e cuspir, repetindo 2 vezes seguidas.

4. Vinagre de maçã

Juntar 4 colheres de sopa de vinagre de maçã em 1 xícara de água morna e fazer um gargarejo durante o máximo de tempo que se conseguir, e depois cuspir a solução.

5. Chá de hortelã-pimenta

A hortelã é uma planta medicinal que contém mentol, uma substância com propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas e antivirais que podem ajudar a aliviar a dor de garganta, além de ajudar a tratar uma possível infecção.

Para usar este gargarejo deve-se fazer um chá de hortelã-pimenta juntando 1 colher (de sopa) de folhas frescas de hortelã com 1 xícara de água fervente. Depois deve-se esperar 5 a 10 minutos, deixar amornar e usar o chá para fazer gargarejos ao longo do dia.

6. Chá de arnica

Colocar 1 colher de chá de folhas secas de arnica em 1 xícara de água fervente e deixar coberto por pelo menos 10 minutos. Coar, deixar amornar e gargarejar durante o máximo de tempo que se conseguir, cuspindo depois o chá. Repetir mais 2 vezes.

Quando e quem pode fazer

Os gargarejos devem ser feitos pelo menos 2 vezes por dia, enquanto os sintomas persistirem. Caso exista pus na garganta é possível que exista uma infecção por bactérias e, nesses caso, é recomendado consultar o médico para avaliar a necessidade de tomar um antibiótico. Saiba o que pode estar causando a dor de garganta.

Crianças com menos de 6 anos podem não conseguir gargarejar corretamente, havendo risco de engolir a solução, o que pode aumentar o desconforto, e por isso não é indicado para idades inferiores a 5 anos. Idosos e pessoas com dificuldade para engolir também podem ter dificuldade em gargarejar, sendo contraindicado.

Outras opções naturais

Veja como fazer outros ótimos chás que também servem para gargarejos e outros remédios caseiros para combater a inflamação da garganta nesse vídeo:

Bibliografia >

  • RAKEL, David. Integrative Medicine. 4.ed. Elsevier, 2018.
  • BEN-ARYE E. et al.. Treatment of upper respiratory tract infections in primary care: a randomized study using aromatic herbs. Evidence-based Complementary and Alternative Medicine. 2011
  • UPTODATE. Acute pharyngitis in children and adolescents: Symptomatic treatment. Disponível em: <https://www.uptodate.com/contents/acute-pharyngitis-in-children-and-adolescents-symptomatic-treatment>. Acesso em 24 Abr 2020
  • SRIVASTAVA, Janmejai K. et al.. Chamomile: A herbal medicine of the past with bright future. Molecular Medicine Reports. Vol.3, n.6. 895-901, 2010
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