O sangue nas mãos do jornalismo e da esquerda aborteira

A foto que ilustra esta matéria é a de um bebê de 5 meses, cerca de 23 semanas, mostrando o quanto é perfeitamente viável. No entanto, no caso da menina de 10 anos, ao que tudo indica foi-lhe dada uma injeção para parar o coração e dar fim a uma vida inconveniente para a esquerda e a militância abortista que domina as páginas dos jornais.

Os jornais deixaram de lado o pedófilo, relativizaram o seu crime e atacaram com todas as suas forças uma menina de 10 anos para violentá-la num centro cirúrgico, obrigando-a a parir um bebê viável para depois matá-lo. Sim, com 23 semanas um bebê é viável como mostram centenas de casos de prematuridade todos os anos. O importante, para a esquerda, é aniquilar a vida inconveniente em nome de sua agenda ideológica.

O caso da menina de 10 anos exemplifica o modo como o ativismo da esquerda deseja impor à sociedade não apenas a normalização da pedofilia, do incesto, como também do assassinato, tornando-o um direito. Afinal, vidas inconvenientes passam a representar apenas um bem descartável pelas mãos dos incomodados.

A ocupação de mentes doentias como a da ativista Débora Diniz, frequentemente financiada por fundações bilionárias, tem sido o de caçar pelo país casos como o da menina de 10 anos abusada pelo tio. Sua tarefa é transformar a vida de alguém num inferno sob pretexto de midiatizar e gerar debate sobre as questões que deseja ver, depois, ser votada e debatida por seus comparsas no Supremo Tribunal Federal, lar dos ilustres ministros cuja única preocupação tem sido a de combater a tal “tirania do eleitorado”.

Com a mesma cara de pau, cinismo e desejo de sangue, colunistas como Reinaldo Azevedo já acusa conservadores de serem defensores da “pedofilia para fins procriativos”. Ele ataca o único grupo que defende as crianças da pedofilia e da morte pelas mãos de canalhas como ele, que defende morte e assassinato como se fosse uma opinião qualquer.

Ele finge não saber todo o empenho da esquerda não à conivência, mas à defesa acalorada da redução da idade de consentimento, expediente que mantém desde o século passado. O colunista, que já conta com suficientes provas de degeneração moral grave, nunca leu Shulamith Firestone, que defendia a “emancipação sexual das crianças”, como forma de libertação da mulher e da família do jugo da propriedade, base do capitalismo.

A acusação de pedofilia direcionada aos conservadores já era esperada.

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